
Caros amigos, nesta segunda-feira (27) a FIFA premiou, em uma cerimônia realizada em Paris, o melhor jogador do mundo, sendo consagrado pela sétima vez, o melhor jogador do mundo, que já havia sido escolhido em 2009, 2010, 2011, 2012, 2015 e 2019.

Em conjunto, foi realizada a entregue o prêmio da melhor jogadora do mundo para espanhola Alexia Putellas eleita, bem como os melhores treinadores (masculino e feminino), Puskas (gol mais bonito).
A seleção da temporada foi escalada da seguinte maneira: Goleiro: Courtois (Real Madrid/Bélgica), Defensores: Hakimi (Paris Saint-Germain/Marrocos), João Cancelo (Bayern de Munique/Portugal) e Van Dijk (Liverpool/Holanda), Meio-campistas: De Bruyne (Manchester City/Bélgica), Modric (Real Madrid/Croácia) e Casemiro (Manchester United/Brasil), Atacantes: Messi (Paris Saint-Germain/Argentina), Mbappé (Paris Saint-Germain/França), Benzema (Real Madrid/França) e Haaland (Manchester City/Noruega).
Até então, tudo bem, muito embora acredito que este time junto não ganharia do São Bernardo jogando no 1° de Maio no ABC Paulista, quem deste time marcaria?
Devaneios a parte, a FIFA começa a ser incongruente quando elege o bom Courtois na seleção, mas elege Dibu Martinez como melhor goleiro do mundo? Quem era Dibu antes da Copa, quantas vezes vimos “milagres” de Emiliano Martinez pelo “consagrado! Aston Villa? Aposto que poucas ou nenhuma.
A discussão que este subscritor traz é: A FIFA premia os melhores da temporada, que se encerrou em julho de 2022? Ou premia os melhores da Copa do Mundo 2022, que aconteceu após o início da temporada 2023? Para mim ficou cristalino o segundo caminho.
A Revista France Football premiou com a bola de ouro o Francês Karim Benzema que MERECIDAMENTE fez uma temporada 2021/2022 espetacular, alcançando altos índices e marcas, além de se consagrar campeão da Liga dos Campeões.
Já Lionel Messi, escolhido pela FIFA fez uma temporada razoável, mas bem aquém de Benzema, Mbappé e do próprio Neymar, não faz sentido levar o prêmio pelo que fez na temporada passada.
Justo, justíssimo ser escolhido pós Copa do Mundo, tanto pelo que fez no torneio, quanto pelo que representou para a seleção e para o mundo. O próprio Rei, antes de nos deixar, salientou a importância de Lionel pós Copa do Mundo.
A questão suscitada, seria facilmente resolvida se: FIFA e France Football colocasse em primeiro lugar o desenvolvimento do futebol com fortalecimento e premiação dos melhores de cada temporada.
Até tentaram fazer, de 2010 a 2015 quando unificaram o prêmio, o que torna mais justo, mas, interesses comerciais e políticos falaram mais alto, razão pela qual, tenho que remeter ao meu primeiro artigo escrito para este veículo (Futebol e Política) quando estes, a cada dia que passa, caminham mais irmanados!
Sobre o autor:
Diego Rossini é Bacharel em Direito, Especialista em Administração Pública, Funcionário Público há 15 anos e colunista na Rádio Difusora Aparecida desde janeiro de 2017.