
As empresas de Monte Aprazível registraram saldo positivo na criação de postos de trabalho com carteira assinada em abril. Mas, houve queda em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, a diferença entre o número de contratações e de demissões ficou em 68.

Ou seja, em abril, as empresas aprazivelenses criou 68 postos de trabalho com carteira assinada. Apesar do saldo positivo, o número representa uma queda de 23,64% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando 319 postos de trabalho foram criados.
No mês da abril, foram feitas 258 contratações com carteira assinada contra 190 demissões, registrando um saldo positivo de 68 postos de trabalho ativos. Veja tabela abaixo.
Quando se compara os meses de abril dos anos de 2020 e 2021, quando o Brasil vivia intensa pandemia, a geração emprego foi menor.
No mês de abril de 2020, foram contratados com carteira assinada 327 pessoas, passando para 346 em abril de 2021 e 319 em abril de 2022. Nos quatro meses de cada, os números do CAGED apresentaram nas contratações. Foram 1249 de janeiro a abril de 2023, 1109 de janeiro a abril de 2022 e 764 de janeiro a abril de 2021.
Agro lidera
Os dados consolidados por setor que mais geram emprego com carteira assinada ainda não foram disponibilizados pelo CAGED, mas, segundo informação da Fundação SEADE (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Estatísticos), o setor da Agricultura foi o que mais gerou empregos de carteira assinada no mês de março.
Foram 83 contratações e 47 demissões, com saldo de 36. Na indústria foram 80 contratações, 58 demissões, com saldo 22. Já no comércio, foram 34 contratações contra 52 demissões, saldo negativo de -18. Na construção civil foram 13 contrações, 14 demissões e saldo -1.
Taxa de desemprego
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 8,5% no trimestre encerrado em abril, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quarta-feira, 30, pelo IBGE.
Em igual período de 2022, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 10,5%. No trimestre encerrado em março de 2023, a taxa de desocupação estava em 8,8%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.891 no trimestre encerrado em abril. O resultado representa alta de 7,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 278,8 bilhões no trimestre até abril, alta de 9,6% ante igual período do ano anterior.
O Brasil registrou 3,769 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em abril. Em um ano, 682 mil pessoas deixaram a situação de desalento, queda de 15,3%.
| 2023 | JANEIRO | FEVEREIRO | MARÇO | ABRIL | TOTAL |
| CONTRATAÇÕES | 273 | 448 | 270 | 258 | 1.249 |
| DEMISSÕES | 147 | 150 | 221 | 190 | 708 |
| SALDO | 126 | 298 | 49 | 68 | 541 |
| 2022 | |||||
| CONTRATAÇÕES | 288 | 303 | 199 | 319 | 1.109 |
| DEMISSÕES | 125 | 162 | 168 | 266 | 721 |
| SALDO | 163 | 141 | 31 | 53 | 388 |
| 2021 | |||||
| CONTRATAÇÕES | 130 | 184 | 104 | 346 | 764 |
| DEMISSÕES | 101 | 90 | 162 | 169 | 522 |
| SALDO | 29 | 94 | -58 | 177 | 242 |
| 2020 | |||||
| CONTRATAÇÕES | 416 | 348 | 212 | 327 | 1.303 |
| DEMISSÕES | 116 | 177 | 504 | 308 | 1.105 |
| SALDO | 300 | 171 | -292 | 19 | 198 |

