
O vereador Luiz Sidinani compartilhou em suas redes sociais, com um recado duro, a reportagem do MR Notícias de que ele pretende apresentar um projeto de lei para extinguir alguns cargos na Câmara Municipal. Estes cargos segundo o vereador e a reportagem, ganham acima do teto constitucional, que é o salário do prefeito. “Pode ter certeza vou entrar com esse projeto e o vereador que for contra vai ter que acara com essa responsabilidade”, disse Luiz.

A proposta ainda em gestação, é popular, mas não vai – e não pode – atingir os atuais servidores, uma vez que não se pode reduzir o salário de nenhum funcionário. Sendo assim, a proposta só terá validade quando estes poucos servidores, que podem ser contados nos dedos de uma mão, se aposentarem ou pedirem exoneração. Até lá, os impostos pagos pelos aprazivelenses continuarão a pagar salários de R$ 20 mil, quando a média dos salários dos servidores municipais R$ 5 mil.
O MR Notícias questionou vereadores sobre a possível proposta. Um deles disse que não havia o que comentar pois ainda não havia projeto. Mesmo que a proposta esteja ainda no campo das ideias, este vereador não quis fazer juízo de valor.
Já outro vereador ressaltou que a proposta é boa, mas a forma como chegou a eles fez com que alguns os vereadores rechaçassem a proposta.
“Ficamos sabendo pela reportagem e ele (Nassibo) não falou nada e ele não sabe se seremos contra ou a favor. Faltou diálogo. A maioria dos vereadores não é favor de barulho. Ele colocou a câmara em xeque. Ele pode ficar sozinho nessa e ninguém ficará de acordo com a forma que ele apresentou o projeto”, disse o vereador.
Este mesmo vereador disse à Coluna que Nassibo é muito agitado, citando os episódios em que ele (Nassibo) usa a tribuna de uma forma e minutos depois, muda de ideia ou corrigi o discurso e na visão de parlamentar, o temperamento pode atrapalhar a convivência entre os pares na Câmara.
“O Nassibo, com ele ou é oito ou oitenta. Se ele fizer da forma certa e no diálogo, o projeto tem chance de passar”, completou o vereador
Fechamento I
Uma declaração feita no mês passado pelo do prefeito João Roberto Camargo (PP) em uma entrevista a Rádio Cidade FM de que a prefeitura fará, possivelmente, remanejamento alunos do distrito de Itaiuba, da escola Leonardo Gomes, chamou atenção do Ministério Público, que recebeu um abaixo assinado de moradores se manifestando contra o possível fechamento da unidade e pediu informações do prefeito. Na sua live da última sexta-feira (26), são 10 funcionários para cuidar de 10 alunos e que em uma sala, há quatro alunos, dois de segundo e dois de terceiro ano.
Fechamento II
“Ninguém quer fechar escola e se tachado de fechador de escola. Estou dizendo que existe responsabilidade com o dinheiro público. Na parte pedagógica, com você avança. Sou a favor daquilo que é certo. Estou aberto para discutir o assunto e que
estudos estão sendo feitos”, disse Camargo.
Máquina de recape
Também em sua live, Camargo disse que deve iniciar, em breve, obras de recape em várias ruas da cidade, que somam mais de R$ 3 milhões de investimentos. Camargo também disse que pensa em investir recursos para a compra uma máquina de recape.
Emendas
A APAE recebeu nesta semana uma verba de R$ 150 mil para custeio da entidade. O recurso foi intermediado pelo empresário Caio Canheo junto ao deputado Milton Leite. Já o vereador Renato Jubilato (PSD) conquistou R$ 100 mil para custeio da saúde municipal junto a deputado Antonio Carlos Rodrigues (PODEMOS).
Contra doutrinação
O vereador Osvaldo Fantasia (Republicanos) participou na semana passada de uma audiência pública na Câmara de Rio Preto que debateu um projeto do vereador riopretense Jean Dornelas que protege crianças e adolescente da ideologia de gênero, banheiros unissex, linguagem neutra, bullying e a imposição da religiosidade. Osvaldo também é presidente do Conselho de Pastores de Monte Aprazível. “Como está avançando projetos de doutrinação e outros valores. Quando o conservadorismo fica calado, o outro lado avança. Temos que proteger a família”, disse Osvaldo.
